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quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Embalagens longa vida

Fonte imagem: http://myzerowaste.com/articles/food/where-can-i-recycle-tetrapaks/


As embalagens longa vida ou cartonadas surgiram como uma necessidade de conservação dos alimentos em períodos de crise de abastecimento, mais especificamente, nos anos 40, devido à Segunda Guerra Mundial, onde a Europa sofreu com a falta de fornecimento de leite. O empresário sueco Ruben Rausing desenvolveu um tipo de embalagem que junta papel e plástico em formato de pirâmide (tetraédrica), com o objetivo de minimizar os problemas já mencionados. Esse foi o início das embalagens longa vida, que passaram a serem comercializadas na Suécia, em 1952, e chegou ao Brasil em 1957.
Possuem como vantagem, além da conservação do alimento, a economia de energia, pois não precisa ficar em refrigeração nem para transporte nem para o armazenamento, ocupa pouco espaço, o que influência na questão da logística de venda e transporte (minimiza o consumo de combustível, um recurso fóssil não renovável, e reduz a emissão de CO2).
Essas embalagens são constituídas por várias camadas: papel, que representa 75% da embalagem, alumínio, 5%, e polietileno, 20%. O papel cartão oferece suporte e resistência para a embalagem, e é onde recebe a impressão dos rótulos. O alumínio é utilizado como uma barreira à entrada de luz e oxigênio, perda de aroma e evita contaminações. E o polietileno protege contra a umidade externa, oferece aderência entre as camadas e impede o contato do alimento com o alumínio. O polietileno é um termoplástico, ou seja, funde por aquecimento e solidifica por resfriamento. E pode ser processado diversas vezes.

Fonte imagem: http://ambiente.hsw.uol.com.br/reciclagem-longa-vida.htm



Reciclagem


A embalagem longa vida demora aproximadamente 100 anos para se decompor, mas é totalmente reciclável.
O papel é separado em um processador chamado hidrapulper, um liquidificador gigante. As embalagens são misturadas com água por cerca de 30min, nesse processador, que promove uma agitação mecânica e separa as fibras de papel do plástico e do alumínio.
As fibras de papel são encaminhadas para indústrias recicladoras para fabricação de papelão, papel cartão, embalagens para ovos, palmilha, entre outras.
Os resíduos de plástico e alumínio podem ser prensados para formação de chapas e telhas. As telhas produzidas com as embalagens pós-consumo são inquebráveis, 50% mais leves que as telhas comuns, não propagam chamas, possuem melhor capacidade de isolar o calor, e também reduzem custos com o madeiramento de telhados.
O alumínio pode ser separado do plástico por um processo chamado de plasma, que possibilita a transformação de alumino em folhas de alumínio, e o plástico em parafina utilizado em indústrias químicas. O alumínio pode, também, ser reaproveitado por indústrias de refratários.
Além disso, é possível obter energia com o reaproveitamento desse material (plástico/alumínio) como combustível para geração de vapor. Uma tonelada pode produzir o que é equivalente à queima de 5 metros cúbicos de lenha ou 500 quilos de combustível de óleo.
Para as embalagens longa vida pós-consumo destinadas a coleta seletiva, é importante lavá-las, para evitar odores, e amassá-las para diminuir o volume do material que deve ser encaminhado para o caminhão da Coleta Seletiva, ou para os contêineres que acondicionam papel.








Referências Bibliográficas

NASCIMESTO, Renata Mara de Moura; VIANA, Marina Miranda Marques; SILVA, Glaura Goulart; BRASILEIRO, Lilian Borges. Embalagem Cartonada Longa Vida: Lixo ou Luxo? Disponível em: <http://qnint.sbq.org.br/qni/visualizarTema.php?idTema=44>. Acessado em: 08 de out. de 2014.

MONTEIRO, Celso. Como funciona a reciclagem da embalagem longa vida. Disponível em: <http://ambiente.hsw.uol.com.br/reciclagem-longa-vida.htm>. Acessado em 08 de out. de 2014.

Embalagem longa vida. Disponível em: <http://www.eupensomeioambiente.com.br/produtos-sustentaveis/embalagem-longa-vida/>. Acessado em 08 de out. de 2014.

Tempo de Decomposição dos Materiais. Disponível em: <http://ambientes.ambientebrasil.com.br/residuos/reciclagem/tempo_de_decomposicao_do_materiais.html>. Acessado em 08 de out. de 2014.

Desperdício Zero. Disponível em: <http://www.planetareciclavel.com.br/desperdicio_zero/kit_res_11_embalagem_longavida.pdf>. Acessado em 08 de out. de 2014.


terça-feira, 14 de outubro de 2014

PET


Fabricação




O Poli (tereftalato de etileno) ou mais conhecido pela sua sigla em inglês PET, é um tipo de poliéster e uma resina termoplástica. Ele é o resultado da reação entre o ácido tereftálico e o etileno glicol que formam um polímero termoplástico, ou seja, que pode ser reprocessado várias vezes através do mesmo ou outros processos facilitando e favorecendo seu processo de reciclagem e uso contínuo na cadeia produtiva.

As altas taxas de crescimento na utilização do PET como embalagem se devem principalmente a suas características técnicas, já que proporciona alta resistência mecânica (impacto) e química, aparência nobre (brilho e transparência) e excelente barreira para gases e odores.

Ele é usado como fibra sintética, matéria-prima de embalagens, e resina para engenharia, em combinação com a fibra de vidro, plástico para fabricação de garrafas e embalagens para refrigerantes, águas, sucos, óleos comestíveis, medicamentos, cosméticos, produtos de higiene e limpeza, destilados, isotônicos, entre outras funções. 

Além disso, seu peso é muito menor que o das embalagens tradicionais, o que reduz custos de transporte e produção. E por ser o melhor e o mais resistente plástico para a fabricação de embalagens, frascos, etc; e sendo 100% reciclável, ele está presente em diversos ramos do mercado. Contudo, o seu descarte inadequado pode resultar em diversos problemas tanto para saúde humana quanto para o meio ambiente. 

O polietileno tereftalato pode ser obtido em vários tipos, relacionados às exigências particulares de cada aplicação a qual se destina. A principal diferença entre os tipos de polietileno tereftalato reside no peso molecular (indicativo do número médio de unidades de repetição PET individuais que são agrupadas para formar uma corrente molecular única) ou grau de polimerização que dá origem a diferentes propriedades dos materiais resultantes. Quanto maior o peso molecular, maior a resistência mecânica, química e térmica do polietileno tereftalato. 

O peso molecular do polietileno tereftalato, é medido e expresso indiretamente, através dos valores de viscosidade intrínseca (VI), modo pelo qual podemos definir o seu peso molecular corretamente, em uma relação de proporcionalidade direta. Quanto maior a VI, maior o peso molecular da resina. 

A resina PET é produzida em duas fases: 


  1. O PET amorfo (que não possui capacidade de cristalizar, sendo amorfo sem qualquer condição ou história térmica) é obtido pela polimerização no estado líquido com VI em torno de 0,6. Nesta etapa é formado o bis-2-hidroxietil-tereftalato (BHET), também chamado demonômero da polimerização. Nesta operação forma-se água, que é retirada continuamente do meio. O monômero é então transferido para a polimerização, onde, sob alto vácuo, ocorre a policondensação líquida. Nesta operação, o glicol é eliminado da reação com o aumento da VI do polímero. Neste ponto, o polímero amorfo é retirado do polimerizador, resfriado, solidificado, cortado e então armazenado. 
  2. Na pós-condensação no estado sólido a resina PET amorfa – obtida na primeira fase de fabricação – é cristalizada e polimerizada continuamente. Nesse processo, a VI do polímero é aumentada tipicamente a 0,8dl/g. 

A resina é então embalada, estando pronta para ser comercializada.

As propriedades do PET dependem da fração das regiões cristalinas (grau de cristalização), do tipo e tamanho dos cristais e da orientação das cadeias moleculares e dos cristais. A morfologia do PET depende das condições do processamento. O PET completamente amorfo ou com baixo grau de cristalização é obtido após rápido resfriamento do polímero fundido. 



História


O PET, por mais estranho que possa parecer, iniciou sua jornada na indústria têxtil. A primeira amostra da resina foi desenvolvida pelos ingleses Whinfield e Dickson, em 1941. Com a Segunda Guerra Mundial, os campos, lugares em que se obtinha a matéria-prima para a produção têxtil (algodão, linho, entre outras), foram destruídos, afetando a produção de tecidos. Houve, então, a necessidade de substituir as fibras que eram utilizadas. Este substituto foi o PET, que não decepcionou na sua função. 

O PET continuou a ser desenvolvido e com isso foi-se descobrindo novas funções para ele, como, por exemplo, na indústria de pneus, em que sua resistência mecânica foi comprovada e em 1962 começou a ser usado na produção. As primeiras embalagens de PET surgiram nos Estados Unidos e no início dos anos 70 chegaram à Europa. No Brasil, ele apareceu em 1988 e seguiu uma trajetória semelhante ao resto do mundo, sendo utilizado primeiramente na indústria têxtil. Apenas a partir de 1993 passou a ter forte expressão no mercado de embalagens, notadamente para os refrigerantes. Atualmente o PET está presente nos mais diversos produtos e ramos do mercado. 



Reciclagem



Inicialmente o PET não era reciclado e seu descarte na natureza provocava muita sujeira e poluição ambiental. Atualmente, a reciclagem de PET é praticada em larga escala por cooperativas e empresas de reciclagem. A reciclagem de PET passa pelos seguintes processos:

1-As embalagens PET passam por um processo de lavagem e prensagem;

2-Os fardos de PET passam por um processo de trituração, resultando em flocos;

3-Os flocos passam por um processo conhecido como extrusão, resultando em grãos;

4-Os grãos são transformados em fios de poliéster ou produtos plásticos como, por exemplo, embalagens.

Sobre garrafas PET:



– 100% recicláveis e de ótima performance ambiental;

– São extremamente leves, permitindo que grandes volumes sejam carregados com facilidade;

– Transparentes, permitem visualizar o produto que será consumido e possuem sistemas de fechamento eficientes, preservando o produto até o fim;

– Inquebráveis, facilitando na linha de produção e permitindo que crianças possam usá-las;

– Evitam desperdício;

– Democrática, está presente em artigos destinados a todas as classes;

– Com o barateamento dos custos de produção, os produtos tornaram-se mais acessíveis;

– O sistema produtivo versátil permite variedade de formas;

– Evitam desperdício de material, embalagem e produto;

– A resistência permite carregar muito mais produto que embalagem – as garrafas de PET têm a melhor relação peso/conteúdo do mercado;

– Num caminhão carregado, as embalagens de PET ocupam apenas 2% da carga, enquanto algumas embalagens ocupam até 48% do peso – ocupando desnecessariamente o lugar do produto;

– Nos sistemas retornáveis, esse peso morto ainda tem que voltar para a fábrica do produto, gerando ainda mais emissões de CO2 e outros gases de efeito estufa;

– A garrafa de PET para dois litros de refrigerante tem, em média, apenas 47 gramas. Uma garrafa de vidro de 01 litro para refrigerante pesa 950 gramas.

– Sistemas retornáveis utilizam até 6 litros de água para cada litro produzido. Isso é devido à água necessária para a lavagem das garrafas e dos engradados que as transportam;

– O sistema de fechamento eficiente evita desperdício, o que também é ambientalmente correto;

– São inertes e não geram chorume em lixões e aterros, o que preserva a água subterrânea e os rios;

– Por serem leves, usam o mínimo de matéria-prima na sua fabricação, além de economizar muito combustível e evitar a emissão de gases de efeito estufa.

– Segundo o Ibama, uma garrafa PET pode demorar de 200 a 600 anos para se decompor no meio ambiente.

– Reciclagem de uma tonelada de plástico economiza 130 kg de petróleo.

– O Brasil é um dos maiores recicladores mundiais de PET. Aqui, quase 60% das garrafas descartadas são recicladas, afirma a Associação Brasileira da Indústria do PET (ABIPET).

– As garrafas PET assim com outros plásticos jogados nos rios e no mar liberam substâncias tóxicas que contaminam a água com o passar do tempo. Além disso, o Instituto de Química da UnB afirma que milhares de animais aquáticos morrem todos os anos ao confundir plástico boiando na água com comida. Isso porque o resíduo pode bloquear o estômago ou perfurar os intestinos dos animais.








Referências Bibliográficas

HENDGES, Antonio Silvio. Produção, utilização, descarte e reciclagem do PET no Brasil, artigo de Antonio Silvio Hendges. Disponível em <http://www.ecodebate.com.br/2014/02/11/producao-utilizacao-descarte-e-reciclagem-do-pet-no-brasil-artigo-de-antonio-silvio-hendges/>. Acessado em 07 de out. de 2014.


Reciclagem de Garrafa PET. Disponível em <http://www.suapesquisa.com/reciclagem/reciclagem_garrafa_pet.htm>. Acessado em 07 de out. de 2014.

Garrafas - Benefícios da Garrafa de PET. Disponível em <http://www.abipet.org.br/index.html?method=mostrarInstitucional&id=48>. Acessado em 07 de out. de 2014.


Resina PET – Fabricação. Disponível em <http://www.abipet.org.br/index.html?method=mostrarInstitucional&id=65>. Acessado em 07 de out. de 2014.


Resina PET – História. Disponível em <http://www.abipet.org.br/index.html?method=mostrarInstitucional&id=46>. Acessado em 07 de out. de 2014.




MONTENEGRO, Ricardo Sá Peixoto; FILHA, Dulce Corrêa Monteiro; PAN, Simon Shi Koo; RIBEIRO, Márcia Cristiane Martins; OLIVEIRA, Katia Maria Vianna Duarte de. RESINA PET PARA RECIPIENTES. Disponível em < http://web-resol.org/textos/PET%20no%20Brasil.pdf>. Acessado em 07 de out. de 2014.


PVC




Fonte da imagem: http://grandesambientes.blogspot.com.br/2013/01/reaproveitando-materiais-e-recriando.html


O Cloreto de Polivinila ou Policloreto de Vinila ou, como é conhecido popularmente, PVC é o único material plástico não 100% originário do petróleo. Ele contém 57% de cloro, derivado do cloreto de sódio, o famoso sal de cozinha, e 43% de eteno, derivado do petróleo ou do gás natural, em peso. Por meio de uma reação química entre o cloro e o eteno obtém-se o MVC (monômero de cloreto de vinila). O MVC é submetido à outra reação química chamada de polimerização e produz uma molécula gigante – polímero – denominada PVC. Após isso, a resina de PVC (que é inodora e tem um aspecto físico de pó branco), necessita ser misturada a aditivos, como estabilizadores térmicos, modificadores de impacto, cargas, lubrificantes, entre outros, para assim compor o que é chamado de compostos de PVC. Devido à polaridade de sua molécula (por ser composto tanto de cloreto de sódio quanto de petróleo) ele é extremamente versátil, por isso resulta na sua boa compatibilidade com uma série de aditivos. Vale ressaltar que, as misturas são feitas na quantidade e no tipo correto de aditivos para que o composto de PVC atenda a determinados requisitos de desempenho que o fabricante queira e que elas (as misturas) conferem características específicas tais como rigidez ou flexibilidade, transparência ou opacidade, superfície brilhante ou fosca, resistência à luz e às intempéries, cor, propriedades elétricas e etc.





Fonte da imagem: http://airopvc.com.br/o-que-e-pvc.html



Moldados por variados processos de transformação, os compostos de PVC dão origem aos componentes de PVC utilizados na construção civil como tubos, conexões, portas, janelas, forros, entre outros, e, uma vez que a resina PVC é totalmente atóxica (não é tóxica) e inerte, a escolha de aditivos permite a fabricação de filmes, lacres e laminados para embalagens, brinquedos e acessórios médico-hospitalares, tais como mangueiras para sorologia e catéteres.
Davidson e Witenhafer (1980), Portingell (1982), Titow (1984), Witenhafer (1986) e Summers (1997) são unânimes quando referem que a versatilidade do PVC reside em dois pontos principais:
  1. A morfologia das partículas das resinas de PVC, responsável pela estrutura de sub-partículas entremeadas por poros, os quais são receptivos aos aditivos incorporados durante o processamento, permitindo a perfeita interação entre estes e o polímero;
  2. A necessidade de incorporação de aditivos para o adequado processamento do PVC implica o desenvolvimento de uma nova formulação de composto para cada produto a ser moldado, com características específicas de desempenho, propriedades e processabilidade.

Fabricação dos tubos de PVC


Preparo e armazenagem:

A resina de PVC, assim como os componentes como estabilizante, carbonato de cálcio e pigmentos são misturados no silo a 120°C. Depois, o composto é resfriado em temperatura de 60°.


Extrusão:

O composto entra em um cilindro com uma rosca interna, que faz seu transporte até a saída pela matriz da extrusora, com o diâmetro determinado. A temperatura pode chegar a 200°C.


Calibração e refrigeração:

Após a saída da matriz, o tubo pré-formado entra no sistema de calibração e refrigeração, onde toma forma, atendendo às especificações e normas técnicas.

Tração:

Um puxador traciona o tubo até a saída acabada do cortador, mantendo o fluxo contínuo. Os tubos são cortados em 3 m ou 6 m, de acordo com solicitação do cliente.


Acabamento: 

Na máquina de acabamento é feito o chanfro, colocação de anel de junta de borracha, bolsa (onde um tubo acopla no outro), amarração em feixes e armazenamento em carrinhos. Nessa fase é feita a inspeção final de qualidade.


Armazenagem:

Após a aprovação, os produtos são armazenados no centro de distribuição até serem transportados para os pontos de vendas.



Reciclagem


Devido à facilidade de transformações, a termoplasticidade e a fácil reciclagem do PVC, o que acarreta na sua imensa variedade de aplicações, ele pode ser recuperado de três formas: reciclagem mecânica, reciclagem química e reciclagem energética.
1) Reciclagem mecânica: é o sistema mais utilizado atualmente. Após a separação mecânica, os produtos a serem reciclados são moídos, lavados e tratados para eliminação de impurezas, são então reprocessados utilizando-se diversas técnicas (granulado ou em pó) e reutilizado na produção de eletrodutos, pisos, solados, partes para sapatos, bancos, entre outros.
2) Reciclagem química: é a volta à matéria-prima, onde os resíduos são submetidos a processos químicos sob temperatura e pressão de forma a decompô-los em gases e em óleos, ou seja, em produtos mais elementares. Este jeito de reciclar, que já é feito industrialmente, torna possível resolver um dos únicos obstáculos para a reciclagem dos Compostos de PVC: a separação do PVC e seus aditivos dos outros materiais.
3) Reciclagem energética: é realizada por meio da queima controlada dos resíduos, sob condições tecnicamente avançadas. A incineração de PVC gera a emissão de ácido clorídrico, já que o plástico em questão contêm cloro em sua composição. Assim, é necessário o tratamento dos gases resultantes e seu mais efetivo controle, para a recuperação da energia contida no material.

Os produtos de PVC possuem um longo ciclo de vida útil, pois seus produtos são mais fabricados para abastecer a construção, que necessita de produtos de longa duração, o que termina por ampliar o tempo necessário para que se tornem resíduos. Dos produtos de PVC, 64% têm vida útil entre 15 e 100 anos. Outros 24% de 2 a 15 anos em 24% e apenas 12% são considerados descartáveis com durabilidade até 2 anos.














Referência Bibliográfica


O que é PVC. Disponível em<http://airopvc.com.br/o-que-e-pvc.html>. Acessado em 7 de out. de 2014.

A fabricação do PVC. Disponível em< http://www.institutodopvc.org/publico/?a=conteudo&canal_id=39&subcanal_id=40>. Acessado em 8 de out. de 2014.

Materiais e Ferramentas. Disponível em<http://equipedeobra.pini.com.br/construcao-reforma/32/como-se-faz-tubos-de-pvc-192062-1.aspx>. Acessado em 7 de out. de 2014.

Como o PVC é produzido. Disponível em<http://www.pvc.com.br/site/sites_braskem/pt/projetando_pvc/conheca_pvc/conheca_pvc_5973.aspx>. Acessado em 13 de out. de 2014.

Como reciclar PVC. Disponível em<http://www.reciclagemlixo.com/pvc/como-reciclar-pvc.html>. Acessado em 13 de out. de 2014.


Reciclagem de PVC. Disponível em<http://www.setorreciclagem.com.br/reciclagem-de-plastico/reciclagem-de-pvc#.VDxT4PldVBY>. Acessado em 13 de out. de 2014.